sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Lenda Tuíana da resnascensa

A deusa cega Raichura, resolve voltar há terra para ver se conseguia recuperar sua visão. Mas no caminho ela se machuca seriamente. Ela acordou deitada numa cama em uma pequena casa perto de um penhasco. Ela sente uma mão apertando a dela e pergunta assustada:


- Quem está aí?!

- Zuro.


Respondeu uma linda voz.


- E você? Está se sentindo melhor? – Responde Zuro

- Eu sou a Raichura. E não estou sentindo a minha perna.

- Você não está vendo ela engessada?

- Eu não vejo, eu sou cega.

- Sinto muito.

- Você não teve culpa. Obrigada por ter cuidado de min.

- Você tem família Raichura?

- Não, eles moram muito longe.


Raichura não podia contar ao rapaz que estava sentado ao lado dela que ela era uma deusa. Zuro se levantou e foi para a cozinha ferver água para fazer um chá. Enquanto isso Raichura passa a mão em sua perna engessada. Ela ouve a porta bater e pergunta:


- Quem está aí?

- Miri. Quem é você?

- Raichura.


Miri correr para a cozinha e pergunta ao seu marido quem é a garota cega de perna engessada sentada na cama.


- Eu a achei desmaiada no caminho de casa. E resolvi acolhe-la. Ela disse que não tem família.

- Mas, Zuro, você não pode cuidar de qualquer uma que aparece na sua frente.

- Mas desta vez foi diferente, é como se alguém tivesse me dito para cuidar dela.

- Você que sabe Zuro.


As semanas se passaram, enquanto a Miri ficava cada vez mais ciumenta com toda a atenção que Zuro dava a Raichura. E com o tempo passando Zuro se tornava cada vez mais intimo de Raichura. Um dia enquanto Raichura estava dormindo, Zuro se aproximou dela e a beijou. Miri entrou na casa vendo a cena. Puxou Zuro até fora e começaram a discutir.


- Você é o meu marido! E eu não te permito de beijar outras garotas! Não importando o estado em que elas estejam! - Dizia Miri a cada palavra cutucando Zuro no peito fazendo Zuro dar um passo pra traz a cada cutucada.

- Miri você é muito ciumenta Miri! – Zuro estava há um passo de cair no penhasco.

- Você é que não devia beijar qualquer garota por aí!


Miri não tinha visto que Zuro estava tão perto do penhasco, mas esta foi a ultima frase e cutucada que Miri deu em Zuro. Zuro tropeçou e tudo que Miri pode ver foi seu marido caindo no penhasco. Miri correu de volta para sua simples casa, bateu a porta tão forte que acordou Raichura. Sentou num canto e começou há chorar. Raichura abriu os olhos e não acreditou que o ultimo beijo de Zuro, tinha lhe trazido a visão que tinha perdido. Ela olhou em volta e viu o estado frágil da pequena casa perto do penhasco que tinha passado tanto tempo. Ela desenfaixou sua perna. Olhou em volta novamente e viu uma linda moça sentada num canto não muito longe dela, de cabeça entre as pernas, chorando. Raichura se levantou e andou em direção há moça. Sentou do lado dela e perguntou:


- O que foi Miri?


Miri levantou a cabeça e viu Raichura senta ao seu lado totalmente curada.


- Raichura?

- Sim.

- Mas você não era cega?

- Eu não sei bem como aconteceu mas, eu acordei e já não estava mais cega.

- Eu cheguei e viu o Zuro a beijando enquanto você dormia.

- Pouca gente sabe, mas... O amor é mais forte que a morte. Se você ama mesmo a pessoa e deseja que ela se cure, a pessoa vai se curar.

- Entendo.

- Onde está Zuro? Eu quero vê-lo.

- O Zuro?


Miri não podia contar para Raichura que tinha acabado de matar Zuro acidentalmente.


- O Zuro... Ele estava em pé em frente ao penhasco olhando a vista e... Eu o chamei... Mas quando ele se virou... Ele acabou escorregando e caiu do penhasco. – Mentiu Miri.

- O Zuro caiu do penhasco?

- Foi um acidente.

Raichura se levantou, caminhou até a porta e disse:

- Adeus Miri.


Ela saiu pela porta deixando Miri sozinha naquela casinha acabada. Raichura caminhou e desceu até o final do penhasco procurando o corpo de Zuro. Finalmente Raichura pode ver o lindo rapaz que tinha cuidado dela. Ela correu e se ajoelhou ao lado dele. O fundo do penhasco parecia que a natureza tinha se esquecido que aquele lugar existia. Não havia grama, só cinzas, não havia árvores, só cinzas, não havia animais, só cinzas. Era um cenário totalmente feito de cinzas. Raichura se apoiou no peito frio de Zuro e sentiu que seu coração não estava batendo e se pôs a chorar em cima dele. De repente ela ouve:


Tum... Tum... Tum...


Esse estranho som se repetia cada vez mais rápido no peito de Zuro. Ela sente uma respiração e rapidamente Zuro volta á vida.


- Zuro? – Perguntou Raichura.

- Raichura? – Perguntou Zuro.

- Sim, o que aconteceu? A Miri disse que você escorregou e caiu do penhasco.

- A gente estava discutindo e ela me empurrou do penhasco, mas eu acho que foi um acidente.

- Pode até ser.


Raichura ainda chorava quando se levantou, suas lágrimas tocaram o chão e começou a crescer grama e árvores. Zuro se levantou e admirou a natureza crescendo em rápida velocidade em volta deles abraçando Raichura.


- Raichura, você é uma deusa?

- Sou Zuro, eu sou uma deusa.


Zuro suspirou com a resposta de Raichura, mas depois desmanchou o suspiro em um sorriso de aceitação. Até hoje, Raichura e Zuro estão nas nuvens definitivamente como os deuses da renascença.

Difenças entre Elfos e Humanos




Eu não sei se você é um Elfo ou um Humano mas se for um Elfo se liga na doença Velhiçe e se for um Humano se liga na diferença entre o comportamento dos Elfos.

Humano:


Saúde:


Um Humano pode pegar todo tipo de doença e sua saúde pode ser fraca ou forte.


Amor:


Os humanos amam as coisas, claro que também amam as pessoas, mas amam mais as coisa do que as pessoas.


Natureza:


A natureza recolheu os Humanos com muito carinho e eles retribuem a matando.


Corpo:


Os Humanos podem ser de vários tamanhos e formas e eles envelhecem até a morte.


Sonho:


Um Humano sonha com Elfos.


Morte:


Um humano pode morrer de vários modos, pode ser violenta, como a peste negra, ou calma, como parar de respirar enquanto dorme.


Elfo:


Saúde:


Um Elfo quando pega alguma doença mortal como a diabete ou a peste negra, ela fica inativa até quando o Elfo pega velhice. Alguns Elfos só descobrem que tinham essas doenças nos primeiros sintomas da velhice. Ás vezes eles percebem antes mas essas doenças não chegam há matar mas fazem ele se sentir muito mal.


Amor:


Os Elfos amam os outros seres vivos, seja um ser vivo seja outro Elfo, uma Fada, um Humano, uma Sereia, uma árvore, uma pedra...


Natureza:


Os Elfos não sobrevivem sem a natureza, se um Elfo cortar uma árvore por exemplo ele pega velhice.


Corpo:


Um Elfo tem orelha pontuda, corpo ágil, tem sentidos mais agudos o dom da magiae depois dos 21 anos não envelhece mais.


Sonho:


Um Elfo é um sonho.


Morte:


Elfos são imortais, mas e passarem para o mundo dos humanos podem se tornar mortais. E também se for um Elfo malvado ele pode pergar a mortal doença que só afeta os Elfos: a velhiçe. A velhiçe começa dentro do corpo do Elfo malvado, quando o corpo dele decide parar de funcionar e se destroi. Começa pelo Rin, um dos Rins resolve expludir e o outro o segue, o Elfo só sente como uma bombinha dentro dele. Quando começa o Elfo lentamente vai perdendo a memória e os ossos começam a se desintregar. Depois ele sente como se alguém tivesse chutado seu estomaço e vomita seus intestinos. a sua bexiga vaza. Os olhos ficam mudando de cor até o Elfo ficar cego. O pulmão enche de muco e ele perde o ofato e respira com muita dificuldade. O primeiro osso que se desintrega totalmente é o osso do ouvido e o Elfo perde a audição. Ha essa altura todos os orgãos vitais já se desintregaram e tudo que funciona é o coração que bate cada vez mais devagar, o cérebro que não se lembra de mais nada e a voz que vai ficando cada vez mais roca até sumir. O cérebro para e o caração dá suas ultimasbatidas. Isso tudo em torno de um dia. Velhiçe em Loe significa: desintregação.